Leitura crítica de 1Sm 4,19-22 a partir da perspectiva de gênero: corpos silenciados, vozes femininas e resistências diante da dor patriarcal.
Leitura crítica de 1Sm 4,19-22 a partir da perspectiva de gênero: corpos silenciados, vozes femininas e resistências diante da dor patriarcal.
O artigo revisita a França Antártica (1555–1560) para analisar como o calvinismo, em meio ao projeto colonial, tensionou normas de gênero, sexualidade e religião. Entre batismos, santa ceia e seduções, emergem contradições e práticas que desafiaram padrões coloniais e revelam um calvinismo mais complexo e subversivo do que a imagem austera que lhe é atribuída.
Reflexão sobre espiritualidades LGBT no Brasil: entre a rejeição das igrejas cristãs e a reinvenção da fé como resistência, liberdade e sentido.
Uma leitura queer e indecente de Gênesis 2 revela Adão e Eva como corpos andróginos, desejantes e transgressores. Entre midrash, ofitas e Marcella Althaus-Reid, o Éden aparece não como prisão da decência, mas como primeiro armário a ser rompido.
O tema deve ser trabalho de forma multidisciplinar (Português, Ciências, História, Educação Física), e se justifica devido aos desafios vividos em busca da cultura da paz nos ambientes.
A impressão que as crianças têm é que o mundo da cultura existe desde sempre. A função da educação é ajudar esses alunos a se construírem como cidadãos que dialoguem com a realidade que os cerca.
Em nossa sociedade, na maioria dos casos de intolerância religiosa, as vítimas são as religiões de matriz africana.