Reflexão crítica sobre como a Igreja Católica lida com a diversidade LGBTQIAPN+, denunciando contradições patriarcais e propondo caminhos de resistência, subversão e pertença dentro da própria instituição.
Reflexão crítica sobre como a Igreja Católica lida com a diversidade LGBTQIAPN+, denunciando contradições patriarcais e propondo caminhos de resistência, subversão e pertença dentro da própria instituição.
Andrea Musskopf revisita a pergunta de Spivak — pode @ queer/cuir falar? — discutindo limites, disputas e genealogias das teologias queer/cuir na América Latina e Caribe, com destaque à herança feminista e à contribuição de Marcella Althaus-Reid.
Uma leitura queer e indecente de Gênesis 2 revela Adão e Eva como corpos andróginos, desejantes e transgressores. Entre midrash, ofitas e Marcella Althaus-Reid, o Éden aparece não como prisão da decência, mas como primeiro armário a ser rompido.
Diferentemente de algumas teologias queer do Norte Global que permanecem acadêmicas, muitas teólogas latino-americanas enfatizam teologias desde o corpo e teologias desde baixo.
Decerto, a discussão sobre o Ensino Religioso não é novidade no cenário educacional brasileiro.
A declaração universal dos Direitos Humanos foi uma grande conquista da humanidade após a barbárie das duas grandes guerras do século XX.
Os casos de intolerância religiosa têm se avolumado no Brasil em tempos recentes, inclusive em estados da Amazônia.