Lectura crítica de 1 Sam 4,19-22 desde la perspectiva de género: cuerpos silenciados, voces de mujeres y resistencia frente al patriarcado bíblico.
Lectura crítica de 1 Sam 4,19-22 desde la perspectiva de género: cuerpos silenciados, voces de mujeres y resistencia frente al patriarcado bíblico.
“Rumo a uma Teologia da Deficiência [Disca]” propõe uma espiritualidade libertadora que reconhece corpos com deficiência e corpos queer como locus theologicus, ressignificando a Divindade a partir da vulnerabilidade, da ternura radical e da resistência encarnada.
Andrea Musskopf revisita a pergunta de Spivak — pode @ queer/cuir falar? — discutindo limites, disputas e genealogias das teologias queer/cuir na América Latina e Caribe, com destaque à herança feminista e à contribuição de Marcella Althaus-Reid.
Carla Coutinho articula ecoteologia queer, espiritualidade indecente e biodiversidade dissidente para pensar alianças entre corpos plurais e a Terra, propondo subversão, resistência e cura diante de sistemas patriarcais, coloniais e heterocisnormativos.
Decerto, a discussão sobre o Ensino Religioso não é novidade no cenário educacional brasileiro.
Abordar a temática da morte na escola é algo que vai provocar muitas reações, ainda mais em se tratando do pós-morte.
Vivemos em um tempo de secularização bastante forte em âmbito mundial, apesar de no Brasil vermos que bancadas religiosas no parlamento querem impor suas pautas como leis para todo o Estado, leis essas que, não poucas vezes, são negações dos Direitos Humanos.