Andrea Musskopf revisita a pergunta de Spivak — pode @ queer/cuir falar? — discutindo limites, disputas e genealogias das teologias queer/cuir na América Latina e Caribe, com destaque à herança feminista e à contribuição de Marcella Althaus-Reid.
Andrea Musskopf revisita a pergunta de Spivak — pode @ queer/cuir falar? — discutindo limites, disputas e genealogias das teologias queer/cuir na América Latina e Caribe, com destaque à herança feminista e à contribuição de Marcella Althaus-Reid.
O texto reflete sobre o sexílio LGBTI+ na América Latina e no Caribe como experiência de dor e criação, onde pessoas migrantes reinventam a fé em meio a exclusões, violências e fronteiras. No México, mesmo diante da hostilidade, surgem espiritualidades cuir — móveis, híbridas e resistentes — que transformam as margens em espaço de dignidade, desejo e esperança.
Reflexão crítica sobre como a Igreja Católica lida com a diversidade LGBTQIAPN+, denunciando contradições patriarcais e propondo caminhos de resistência, subversão e pertença dentro da própria instituição.
Reflexão sobre espiritualidades LGBT no Brasil: entre a rejeição das igrejas cristãs e a reinvenção da fé como resistência, liberdade e sentido.
Perguntas e respostas para as crianças” tem pertinência e importância ímpar. Segundo o site, Portal Luteranos (IECLB, 2017), “pessoas cristãs de confissão luterana são evangélicas.
O tema deve ser trabalho de forma multidisciplinar (Português, Ciências, História, Educação Física), e se justifica devido aos desafios vividos em busca da cultura da paz nos ambientes.
As religiões, de maneira geral, priorizam o seu trabalho com as juventudes, mas não é raro que os jovens, influenciados pelos líderes religiosos, tenham atitudes de intolerância.